Atuação · Compliance e Governança

Compliance e Governança Corporativa para Empresas

Gabriel Cordeiro Grisostolo · OAB/PR nº 136.464 · atendimento em português, inglês e espanhol

Falhas de integridade e uso indevido de dados hoje geram responsabilização direta, não apenas desgaste de imagem. Estruturo programas de integridade, políticas internas e a adequação à LGPD de forma proporcional ao risco e ao porte da empresa, para ela operar com segurança, reputação e acesso a contratos que exigem conformidade.

Em resumo

  • Programas de compliance e governança dimensionados ao risco real, sem burocracia desnecessária.
  • Adequação prática à LGPD, do mapeamento de dados ao plano de resposta a incidentes.
  • Governança para empresa familiar e preparação para licitar e para receber investimento.
  • Atuação consultiva por etapas, com acompanhamento.

Quando o compliance deixa de ser opcional

O programa de integridade costuma entrar na pauta por uma exigência concreta ou por um risco que apareceu:

  • Um cliente grande ou um edital passou a exigir programa de integridade para contratar.
  • A empresa trata dados de clientes e precisa se adequar à LGPD.
  • Houve um incidente, uma denúncia interna ou uma fiscalização que expôs uma falha.
  • A empresa familiar quer organizar a governança e a sucessão entre os sócios.
  • Está em preparação para receber investimento, e o investidor fará due diligence.

O que atendo

Do diagnóstico à implantação e ao monitoramento:

  • Diagnóstico e mapeamento de riscos: leitura da realidade da empresa para dimensionar o programa ao que de fato importa.
  • Código de conduta e políticas internas: regras claras de integridade, conflito de interesses e uso de dados.
  • Adequação à LGPD: base legal, política de privacidade, governança de dados e segurança da informação.
  • Programa de integridade: estrutura de compliance nos termos da Lei nº 12.846/2013, com canal de denúncias.
  • Treinamento e cultura: capacitação para o programa sair do papel e virar prática.
  • Governança corporativa: organização de decisões e controles, inclusive em empresa familiar e na sucessão.

Para quem é

Empresa de médio porte, responsável por jurídico, RH ou privacidade, empresa familiar pensando em governança e sucessão, e fornecedor que precisa de programa para contratar com grandes empresas ou com o poder público.

Como atuo

A implantação segue fases: diagnóstico, desenho das políticas, implementação e monitoramento. O programa é proporcional ao risco da empresa, porque compliance que não cabe na rotina não se sustenta. Dou atenção especial a empresas com exposição a parceiros e normas dos Estados Unidos, onde o perfil trilíngue ajuda a traduzir exigências entre os dois ambientes.

Perguntas frequentes

Toda empresa precisa de um programa de compliance?
Nem toda empresa precisa do mesmo nível. O programa deve ser proporcional ao porte, ao setor e ao risco. Mesmo empresas menores se beneficiam de políticas básicas e de adequação à LGPD.

Qual a diferença entre compliance e governança corporativa?
Compliance é o conjunto de práticas para cumprir normas e prevenir ilícitos. Governança é a forma como a empresa é dirigida e controlada. Os dois se reforçam e costumam ser tratados em conjunto.

O que a LGPD exige na prática da minha empresa?
Entre outros pontos, base legal para tratar dados, política de privacidade, segurança da informação, gestão de consentimento e plano de resposta a incidentes. O caminho começa pelo mapeamento dos dados que a empresa trata.

Compliance ajuda a contratar com grandes empresas e com o poder público?
Sim. Programas de integridade são cada vez mais exigidos por grandes contratantes e em licitações, e podem ser diferencial, e às vezes requisito, em contratações relevantes.

Programa de integridade reduz a responsabilidade da empresa?
Um programa efetivo é considerado na dosagem de sanções e demonstra a diligência da empresa. Ele não é um carimbo: precisa existir de verdade, ser usado e revisado.

Este texto tem caráter informativo e não constitui consulta jurídica.